Gestão de Suprimentos na saúde frente à crise

Apenas o modelo de gestão da cadeia de suprimentos na saúde é capaz de executar plenamente os processos de planejamento, suprimentos e contratação, materiais e a gestão do capital de giro que estão envolvidos na obtenção de produtos e serviços para as equipes de instituições de saúde, como hospitais, que cuidam dos pacientes.

Em nossa última live de recomendações, após abordar Planejamento Estratégico, Qualidade Assistencial e Comunicação na saúde, falamos sobre Gestão de Suprimentos na saúde com reflexões em torno desse cenário atual, com objetivo de visualizar possibilidades e, quem sabe, propostas para otimizar soluções que colaborem para a redução dos riscos e impactos nas estruturas e resultados das instituições.  

Assista a transmissão na íntegra:

Em um contexto de pandemia como o que estamos vivendo, onde temos dia e noite o paradoxo da urgência por insumos (salvar vidas) e o início de uma curva de redução e escassez de recursos financeiros, configura-se um desafio ainda maior para os gestores e equipes de suprimentos e logística.

Outras características importantes das cadeias de suprimento na saúde são a resiliência (resistência ao risco) e a flexibilidade para acomodar a dinâmica e restrições do mercado global e regional, bem como as regulamentações governamentais, por serem críticas para a prestação dos serviços de saúde alcançar os resultados desejados para o paciente.

Durante a live de recomendações, Ana Flávia, Diretora da Maturitá Soluções, deixou uma série de recomendações que podem ser aplicadas agora e quando a pandemia passar. Confira:  

  1. Quando tudo estabilizar, reconheça o perfil assistencial da sua instituição. É necessário personalizar o cuidado e fazer com que todos tenham o mesmo olhar: Qual o meu foco de atendimento? Quando eu sei, reconheço e defino minha estratégia de pessoas e insumos qualificados.
  2. Realize o mapeamento da cadeia de suprimentos, do começo ao fim, e o uso como ferramenta viva para melhoria dos processos.
  3. A responsabilidade por gerir suprimentos não é do comprador, nem do almoxarifado ou do farmacêutico, é de todo mundo. Garanta o comprometimento de todos com a gestão efetiva dos recursos.
  4. Coloque em prática o Compliance, garantindo relações éticas, transparentes e honrando com seus compromissos.
  5. Fortaleça os processos de comunicação da instituição dentro da cadeia de suprimentos: Da estratégia, com o setor de compras, com as equipes de recebimento, almoxarifado, fornecedores, operadoras, todos.


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